Quem eu sou
ERIKA PALLOTTINO

CRP: 05/30024

Sobre a minha formação acadêmica

CERTIFICAÇÕES E FORMAÇÕES COMPLEMENTARES

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

Instituto Entrelaços – Rio de Janeiro

Sócia Fundadora - Responsável Técnica

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)

Docente e Supervisora da Pós-graduação Lato Sensu em Psico-Oncologia.

Instituto Paliar

Coordenadora e docente do módulo sobre Luto na Pós-graduação Lato Sensu em Cuidados Paliativos.

Instituto de Ensino Albert Einstein

Docente na Pós-graduação Lato Sensu em Cuidados Paliativos.

Associações e Filiações Profissionais

PROALU/ UNIFESP - CNPQ

Membro do Grupo de Pesquisa “Luto e Saúde Mental”

ABMLuto – Associação Brasileira Multiprofissional sobre o Luto

Diretora de Comunicação 2021-2023

ANCP – Academia Nacional de Cuidados Paliativos

Bereavement Network Europe

ATUAÇÃO EM ENSINO, PESQUISA E ASSISTÊNCIA

• Psicologia da Saúde, Cuidados Paliativos, Oncologia, Luto e Perdas
• Docência, supervisão e palestras em universidades e congressos científicos
• Coordenação do Ambulatório de Intervenções e Suporte ao Luto

Instituições de Saúde (Atuação Hospitalar)

Instituto Nacional de Câncer (INCA)

Hospital Universitário Gaffrée e Guinle

Hospital Universitário Pedro Ernesto

Centro de Oncologistas Integrados

LIVROS PUBLICADOS

Transtorno de luto prolongado - Erika Pallotino

Transtorno de Luto
Prolongado (2025)

Editora Folio Digital

Luto e saúde mental na pandemia da covid-19 - Erika Pallottino

Luto e Saúde Mental na
Pandemia da Covid-19 (2022)

Editora Sinopsys

O pequeno livro dos aprendizados do luto

Pequeno Livro dos
Aprendizados do Luto  (2021)

Editora PinCéu

Sobre a minha prática clínica

Em minha prática clínica, a primeira consulta assume, em geral, caráter avaliativo. Trata-se de um momento de escuta atenta e cuidadosa, em que paciente e terapeuta constroem conjuntamente uma compreensão inicial sobre o que tem se mostrado mais desafiador no processo de luto e sobre os fatores que contribuem para essa experiência de sofrimento. Essa etapa diagnóstica tem como finalidade delinear o tipo de intervenção mais adequada, considerando a singularidade de cada trajetória de perda. A partir dessa compreensão, é possível definir se há necessidade de um acompanhamento psicoterapêutico contínuo, se algumas sessões focais de Aconselhamento em Luto podem ser suficientes, ou, no caso de crianças, se o mais indicado é realizar Orientação de Pais e/ou atendimento direto à criança.

Cada caso é único, e, por isso, o plano de cuidados é elaborado de maneira personalizada, respeitando as especificidades emocionais, relacionais e contextuais de cada pessoa enlutada. O processo de avaliação busca, sobretudo, identificar os recursos internos e externos disponíveis, o impacto da perda sobre o funcionamento cotidiano e as estratégias de enfrentamento que vêm sendo mobilizadas.

É fundamental ressaltar que o verdadeiro especialista no luto é o próprio enlutado. Nenhum profissional, por mais experiente que seja, pode conhecer com a mesma profundidade o significado singular de uma perda ou a dimensão das transformações que ela provoca. O papel do psicólogo especializado em luto é o de facilitador desse percurso de reconstrução: alguém que oferece um espaço de acolhimento, reflexão e segurança emocional, auxiliando o paciente a compreender o que foi rompido e a ressignificar o vínculo perdido dentro de sua narrativa de vida.

A psicoterapia, nesse contexto, tem como propósito favorecer a integração da perda à história pessoal, permitindo que o sofrimento encontre expressão e sentido. Busca-se promover o autoconhecimento, a ampliação da consciência emocional e o fortalecimento da capacidade de enfrentamento, de modo que o indivíduo possa reconstruir uma relação mais saudável com a ausência, sem perder de vista o valor da continuidade simbólica do vínculo.

Modalidades de atendimento clínico voltadas ao cuidado de pessoas enlutadas

  • Crianças que vivenciam a perda de figuras de apego significativas, necessitando de um espaço de elaboração simbólica e mediação parental.
  • Adultos que enfrentam processos de separação, rompimentos afetivos ou perdas por morte, atravessando desafios de adaptação e reorganização identitária.
  • Idosos que experienciam sofrimento existencial decorrente do envelhecimento, de perdas acumuladas ao longo da vida ou do enfrentamento de doenças crônicas e agudas.
  • Famílias impactadas por mortes traumáticas ou inesperadas, demandando intervenções de apoio e reorganização relacional.
  • Pacientes e familiares envolvidos em processos de adoecimento oncológico ou em contextos de cuidados paliativos, com foco na preparação emocional e na comunicação sensível acerca da finitude.
  • Avaliação e intervenção em situações de Transtorno de Luto Prolongado (TLP), com base em modelos contemporâneos de compreensão diagnóstica e terapêutica, visando restaurar o funcionamento emocional e promover uma adaptação mais funcional à perda.

Como posso te ajudar?